Bolsistas

Alex Oliveira, 1987 | Jequié, BA
performancepopular.me

Fotógrafo, videomaker, artista visual e arte educador. Desenvolve pesquisas artísticas relacionando fotografia, performance, mídias digitais e intervenção urbana. Investiga a “performance popular” a partir da fotografia, entendida como um dispositivo de conexão e relação. Desde 2012, integrou exposições individuais e coletivas na Bahia, Goiás, Minas Gerais, Pará, São Paulo e Suécia.
 
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Davi de Jesus do Nascimento, 1997 | Pirapora, MG
@nasceumdavi

Artista plástico, performer e poeta barranqueiro. Gerado às margens do rio São Francisco, curso d’água de sua pesquisa, Davi trabalha coletando afetos da ancestralidade ribeirinha e percebendo “quase-rios” no árido. Na fotografia, utiliza o corpo como instrumento de medida do mundo. Corpo-médium, confrontado e confundido com a natureza. Uma natureza aquática, barrenta e silenciosa, que pode ser lida como isca, peixe e pedra.

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Dayane Tropicaos, 1988 | Contagem, MG
dayanetropicaos.com

Bacharel em Artes Visuais pela UFMG. Criadora em audiovisual, fotografia, vídeo e instalação. Seus trabalhos investigam as ficções do eu, e sua poética é traspassada pelo meio urbano. No mais ordinário e comum, interessa-se por situações que revelam sutis estados de deslocamento. Ao tensionar elementos reais e ficcionais, cria narrativas que dialogam com o absurdo e o lúdico da vida.

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Desali, 1983 | Belo Horizonte, MG
desali
.com


Formado em Artes Plásticas pela Escola Guignard (UEMG), Desali foi indicado ao prêmio PIPA em 2017, 2018 e 2019, e possui obras adquiridas pelo Centro Cultural São Paulo (CCSP), dentro da coleção “Arte da Cidade”. Criador do coletivo Piolho Nababo, transita por múltiplas linguagens, promovendo contatos entre as periferias e o universo da arte, questionando as instituições artísticas tradicionais e contaminando esses espaços com a energia da rua.

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Gê Viana, 1986 | Santa Luzia, MA
cargocollective.com/geart

Gê Viana se lança à pesquisa do corpo performático e dos corpos objetos marginalizados. Usa a fotografia para a criação de fotomontagens, fotoperformances e experimentos de intervenção urbana e rural. Graduada em Artes Visuais pela Universidade Federal do Maranhão, traz discursos sobre a pixação como ato cívico, político e artístico.

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Guerreiro do Divino Amor, 1983 | Rio de Janeiro, RJ
guerreirododivinoamor.com

Mestre em arquitetura. Sua pesquisa explora as “superficções”, forças ocultas que interferem na construção do território e do imaginário coletivo. Constrói um universo de ficção científica a partir de fragmentos de realidade, tomando forma de filmes, publicações e instalações. Participou de exposições na Fundação Iberê Camargo, Casa França-Brasil, MAR, CAC de Vilnius (Lituânia) e Arte Pará 2018. Também em 2018, realizou a individual “Superficções” no Paço das Artes/MIS-SP.

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Sallisa Rosa, 1986 | Goiânia, GO

Sallisa Rosa se dedica a investigações contemporâneas de imagens e temas que a atravessam, dentre os quais a própria identidade e o universo feminino, assim como futuro, ficção e descolonização. Usando fotografia, vídeo e outras estratégias, propõe investigações e experiências em torno da identidade nativa contemporânea da cidade.

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Sara Lana, 1988 | Belo Horizonte, MG
touca.ninja


Tendo passado por escolas de matemática, computação e engenharia, desenvolve projetos permeados por som, arte e tecnologia. Em geral, seu trabalho é orientado para a pesquisa e o desenvolvimento de parafernálias tecnológicas, experimentando diferentes aproximações com interfaces digitais e dispositivos analógicos. Foi artista residente em diversos espaços de fomento à arte, ciência e tecnologia, e, além do Brasil, apresentou trabalhos no Chile, México, Espanha e França.

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Simone Cortezão, 1983 | Timóteo, MG

Cineasta, artista visual e pesquisadora, é mestre em Artes Visuais pela UFMG e doutora em Artes Visuais pela UERJ. Entre o cinema e as artes visuais, Simone desenvolve trabalhos com a criação de narrativas documentário-ficcionais e suas articulações entre memória e amnésia das cidades, paisagens entrópicas, ecologia, geologia e economia. Escreveu, dirigiu e produziu diversos filmes, exibidos e premiados nacionalmente e internacionalmente.

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Ventura Profana, 1993 | Salvador, BA
@venturaprofana

É cantora, escritora, compositora, performer e artista visual. Doutrinada nos templos batistas, investiga as implicações do deuteronomismo no Brasil.  Filha das entranhas misteriosas da mãe Bahia, Ventura Profana é carcará, negra travesti nordestina que tem fome e sede.

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